Coordenadora do curso de Pedagogia - Eliane Cristina Araujo Schneider – FACOS /CNEC Osório
Brinquedista - Suzana de Paula Rosa –FACOS/CNEC Osório
Introdução: A “Brinquedoteca: um mergulho no brincar” pertence à Faculdade Cenecista de Osório /CNEC, foi fundada em julho de 2001 e em 2011 está completando 10 anos. O espaço que pertence ao curso de Pedagogia atende a escola de Educação Básica da mesma rede que funciona juntamente com a faculdade, e as escolas das redes municipal, estadual e privada pertencentes a este município. Para o curso de Pedagogia funciona como laboratório de aprendizagem atendendo as Diretrizes Curriculares Nacionais do mesmo.
Objetivos: oferecer um espaço de formação aos acadêmicos do curso de Pedagogia proporcionando a valorização do ato de brincar; proporcionar o estabelecimento de relações entre as teorias estudadas e a prática realizada neste espaço como forma de refletir a respeito do lúdico e da aprendizagem; desmistificar a disjunção entre brincar e aprender demonstrando que os mesmos acontecem de forma integrada; possibilitar o acesso a informações sobre o brincar para que o mesmo seja oferecido nas escolas; capacitar os acadêmicos/educadores para observar a criança que brinca subsidiando e alimentando o brincar.
Para as crianças tem como objetivos: valorizar o ato de brincar promovendo a criatividade, a liberdade, a iniciativa e a autonomia.
Resultados: A partir do trabalho realizado percebemos que o espaço da brinquedoteca tem se mostrado efetivo na formação dos acadêmicos e professores que demonstram perceber o brincar como “coisa séria”, isto é, valorizam o ato de brincar, como forma de conhecer as crianças, já que nestes momentos elas despem-se de preconceitos, extrapolam sentimentos e reelaboram modelos do cotidiano através da imaginação. Ressaltamos que este espaço precisa ser reconhecido e materializado nos ambientes educativos como forma de referendar o lúdico que envolve o brincar e o aprender.
ASSESSORIA DE BRINQUEDOTECAS
Assessoria de Brinquedotecas
Orientação - Organização - Projetos
Orientação - Organização - Projetos
domingo, 28 de agosto de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
E aí professor, vamos brincar?
Agora está na lei. De acordo com os Referencias Curriculares Nacionais (R.C.N.) abril/2010 e SINAES (Sistema Nacional de Avaliação de Ed. Superior), Portaria 808 em junho/2010 há uma recomendação de infraestrutura para o curso de Pedagogia, Brinquedoteca.
Ao inscrever-me para mais um curso de Brinquedista, sendo este na USP (Universidade de São Paulo) pensei na importância que o brincar tem e na diversidade que ele proporciona ao estreitarmos relações. E, mais uma vez, tive a certeza de que, realmente, ele aproxima as pessoas.
Estávamos em mais de 50 pessoas de diferentes regiões do Brasil em busca de um maior conhecimento sobre o brincar; os interesses divergiam: brinquedotecas escolares, hospitalares, comunitárias (Shopping Center/ Centros Comerciais), itinerantes... E o mais interessante em tudo isto é que o núcleo de nossas conversas, centravam-se em duas palavras: a criança e a importância do brincar. Os palestrantes nos remetiam aos “quatro pilares da educação” (Jacques Delors – UNESCO), onde a construção do conhecimento está cimentada e, no entremeio a tudo isto surge o lúdico e sua importância na formação da criança na sociedade contemporânea, pois ele permite desenrugar, desmembrar, descalcificar as relações estagnadas de um adulto enrijecido para as respostas da vida.
Vimos inclusive que há, na Europa, uma pesquisa recente acerca do perfil comportamental de assassinos (serial killers), devido ao “não brincar” na infância. Segundo Freud, o lúdico dissipa angústias, proporciona trocas, expõe o ser humano às diversas possibilidades do ganhar e do perder, onde tudo pode, pois é “de brincadeira”!(Gilles Brougère). Desse modo, a criança vai experimentando a realidade e compreendendo o meio em que está inserida.
As relações de amizade de norte a sul do Brasil permanecem e, mais uma vez, tivemos a certeza de que o lúdico “quebra o gelo” do primeiro encontro, expandindo os diversos falares regionais do nosso imenso Brasil, penetrando nas fronteiras e invadindo os Estados com a experiência de mais uma aprendizagem. Pode-se afirmar, portanto, que brincar é realmente muito sério, pois solidifica as relações, enaltecendo a infância e as oportunidades de conhecimento, que podem ser destacadas sob o olhar de um educador atento.
Agradecemos a Freud, Vygotsky, Winnicott, Gilles Brougère, Huizinga, Kishimoto, Nilze Cunha e outros pensadores e ludo-educadores, pois partindo de suas pesquisas e de seus textos conseguimos entender um pouco mais sobre a nossa criança e a importância de termos, sempre, um olhar atento às atividades que o espaço lúdico proporciona.
E aí professor, vamos brincar??
Profª Esp. Brinquedista SUZANA DE PAULA ROSA (filiada à ABBri) sudepaula@yahoo.com.br
Ao inscrever-me para mais um curso de Brinquedista, sendo este na USP (Universidade de São Paulo) pensei na importância que o brincar tem e na diversidade que ele proporciona ao estreitarmos relações. E, mais uma vez, tive a certeza de que, realmente, ele aproxima as pessoas.
Estávamos em mais de 50 pessoas de diferentes regiões do Brasil em busca de um maior conhecimento sobre o brincar; os interesses divergiam: brinquedotecas escolares, hospitalares, comunitárias (Shopping Center/ Centros Comerciais), itinerantes... E o mais interessante em tudo isto é que o núcleo de nossas conversas, centravam-se em duas palavras: a criança e a importância do brincar. Os palestrantes nos remetiam aos “quatro pilares da educação” (Jacques Delors – UNESCO), onde a construção do conhecimento está cimentada e, no entremeio a tudo isto surge o lúdico e sua importância na formação da criança na sociedade contemporânea, pois ele permite desenrugar, desmembrar, descalcificar as relações estagnadas de um adulto enrijecido para as respostas da vida.
Vimos inclusive que há, na Europa, uma pesquisa recente acerca do perfil comportamental de assassinos (serial killers), devido ao “não brincar” na infância. Segundo Freud, o lúdico dissipa angústias, proporciona trocas, expõe o ser humano às diversas possibilidades do ganhar e do perder, onde tudo pode, pois é “de brincadeira”!(Gilles Brougère). Desse modo, a criança vai experimentando a realidade e compreendendo o meio em que está inserida.
As relações de amizade de norte a sul do Brasil permanecem e, mais uma vez, tivemos a certeza de que o lúdico “quebra o gelo” do primeiro encontro, expandindo os diversos falares regionais do nosso imenso Brasil, penetrando nas fronteiras e invadindo os Estados com a experiência de mais uma aprendizagem. Pode-se afirmar, portanto, que brincar é realmente muito sério, pois solidifica as relações, enaltecendo a infância e as oportunidades de conhecimento, que podem ser destacadas sob o olhar de um educador atento.
Agradecemos a Freud, Vygotsky, Winnicott, Gilles Brougère, Huizinga, Kishimoto, Nilze Cunha e outros pensadores e ludo-educadores, pois partindo de suas pesquisas e de seus textos conseguimos entender um pouco mais sobre a nossa criança e a importância de termos, sempre, um olhar atento às atividades que o espaço lúdico proporciona.
E aí professor, vamos brincar??
Profª Esp. Brinquedista SUZANA DE PAULA ROSA (filiada à ABBri) sudepaula@yahoo.com.br
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